Foto: Twitter/ Arquivo Pessoal

Uma coincidência chamou atenção dos internautas nas redes sociais na última segunda-feira (11). Um dia após a cantora Karol Conká afirmar que Michael Jackson teve ‘vitiligo emocional’, por não gostar de sua pele e querer ser branco, o perfil oficial do Rei do Pop ressaltou o orgulho que ele sentia em ser negro.

Na ocasião, em conversa com alguns brothers a rapper disse que Michael era preconceituoso. “Teve vitiligo, foi emocional. Ele queria ficar igual ao Fiuk e ficou feio, cara. Ele era lindo, ficou com a pele mais branca que a sua”, disse a cantora ao Fiuk.

O filho de Fábio Jr. colaborou para a conversa, afirmando que o artista caído em uma nóia do racismo estrutural. “Aí você vê que é um negócio estrutural. Até o Michael, que era o cara mais foda do planeta, entrou nessa nóia’”, respondeu.

Conká ainda afirmou desconhecer o tipo de vitiligo de Michael. “Eu nunca mais vi nenhuma outra pessoa ter um vitiligo que a mancha pega o corpo inteiro”.

No Twitter, a equipe que controla as redes sociais do cantor, morto em 2009, fez um post exaltando o artista. “‘Sou um negro americano e tenho orgulho de ser um negro americano’ – Michael Jackson. Michael Jackson era um verdadeiro pioneiro e ativista. Por meio de sua música e curtas, ele compartilhou a mensagem de amor, paz e igualdade”, escreveu sua equipe.

A fala de Conká fez com que o trecho de uma entrevista de Michael para Oprah em 1994 viralizasse novamente nas redes sociais. Nele, o artista explica o que aconteceu com o seu corpo e tudo que ele sofreu ao longo dessa “transformação” por conta da doença.