A ex-participante do Big Brother Brasil, Hana Khalil comemorou na última quinta-feira, 28 de março, mais um ano de vida, no Rio de Janeiro.

Pra ocasião, a ex-confinada deu o que falar, após escolher um vestido transparente que mostrava até mesmo a calcinha.Dividindo opiniões em uma foto publicada em seu perfil do Instagram, muitos seguidores da moça não curtiram nem um pouco o look vegana.

“Parece um pijama”, disse um seguidor; “Parece uma camisola”, declarou mais um, “Era festa do pijama?”,questionou um terceiro. Entretanto, teve quem curtiu até demais a escolha da ex-BBB:  “Fada sem defeitos”; “Deslumbrante”; “Maravilhosa”; foram alguns dos comentários positivos na foto.

Ao site Extra, Hana disse que ama incomodar e por isso não liga para que os outros pensam.

“As pessoas criam um conceito de moda imbecil, que é o seguinte: estar na moda ou fazer o que a moda aprova ou o que é aceitável para se vestir,  o tamanho, o cumprimento, o que vai mostrar do seu corpo. Quando você escolhe isso relacionando com que as pessoas vão pensar, eu acho que é renunciar seus próprios critérios para garantir uma falsa aceitação de pessoas que você nem conhece e que não querem verdadeiramente que você esteja bem vestida. Eles querem falar, entendeu? E acho que foi isso que eu levantei. É o que eu sempre levanto: podem falar o que vocês quiserem, porque eu estou aqui para incomodar mesmo. Eu amo incomodar desse jeito, eu gosto de gerar essa reflexão que as pessoas ficam incomodadas pelo que eu estou vestindo. Porque, tudo o que eu faço tem que ser diferente, tem que causar algum impacto”.

Hana não parou por aí e continuou: “Quando eu vejo que essas pessoas estão me criticando, quando eu vejo que alguma coisa que eu faço levanta críticas desse tipo, eu lembro que eu estou no caminho certo, que eu faço escolhas certas. Me deixa bem tranquila quanto ao que eu penso. Embora eu ache que o problema não é a roupa, sou eu. Se eu tivesse vestindo um Dolce & Gabbana ou Louis Vuitton, eles iam criticar minha roupa, eles iam reclamar também, me julgar, criticar minha roupa. No fim das contas, é melhor você usar e ser quem você quer ser, usar o que quiser usar, porque tua identidade e teus critérios é a coisa mais verdadeira que você pode ter”, finalizou.