A sessão desenrolou-se com características de um culto religioso e, ao final, Lorena criticou o que chamou de “mentira satânica” sobre a laicidade do Estado – que é quando o Estado não possui religião oficial e assume uma postura neutra em relação a questões religiosas. “Através da verdade quebramos uma mentira satânica, de que não podemos falar da Bíblia porque o Estado é laico. São desconhecedores propositais da história, não conhecem uma frase de Thomas Jefferson, em que ele fala do Estado laico porque o Estado não apoia financeiramente a instituição. Apenas isso. Através dessa fala, eles propagam a mentira, mas eu serei a voz”, prometeu a vereadora.

Lorena também disse que chegou a hora de a “política ouvir a Igreja”. “Subo todos os dias as escadas dessa Casa pensando: ‘Chegou a vez da igreja'”. E encerrou convocando todos os presentes a ficarem de pé para a “oração final”.

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