A maioria dos alvos do criminoso é do PCC (Primeiro Comando da Capital). Normalmente, ele decepa a cabeça dos inimigos e arranca suas vísceras. Depois das execuções também é norma escrever com o sangue dos mortos nas paredes das celas.
Segundo a SAP (Secretaria Estadual da Administração Penitenciária), o preso é condenado a 217 anos e três meses de reclusão.
Recusado por presídios federais, ele atualmente encontra-se na Penitenciária 1 de Presidente Venceslau — a mesma onde já aterrorizou e sempre foi temido.
“Quando ele chega a um presídio é questão de tempo para matar, decepar, praticar novamente atos de barbárie contra presos, visitantes e servidores. Ele não pode ficar aqui ao Deus dará. Necessita de tratamento urgente”, desabafou ao UOL um agente penitenciário da P1 de Venceslau.
Além de assassino contumaz, Lucífer é fundador da “Irmandade de Resgate do Bonde Cerol Fininho”. Trata-se de uma das nove facções criminosas que atuam em São Paulo.