Servidores públicos invadiram na tarde desta terça-feira (11) o plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), onde deve ser votado o conjunto de medidas do governo apelidado por setores do funcionalismo de “pacote de maldades”.

Entre as propostas do Executivo, estão a privatização de órgãos, extinção de cargos comissionados, alteração e criação de taxas no setor de transporte e aumento da contribuição previdenciária, de 12% para 14%.

Na confusão, uma porta de vidro foi quebrada. Já dento do plenário, os servidores cantaram o Hino Nacional e gritaram palavras de ordem.

“Mais uma vez, o governo criou castas. Ou seja, inflou algumas carreiras, aumentando o salário, algumas recebendo o teto de ministro. E outros servidores, com o salário base abaixo do mínimo. Não é justo. E quem vai pagar a conta é o servidor médio, já que os demais fizeram suas negociações com o governo”, criticou Diana Simões, coordenadora da Frente em Defesa do Servidor e do Serviço Público, em frente ao prédio da Assembleia.

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Angelo Coronel (PSD), evitou falar sobre o reforço de policiamento na Casa após a sessão desta terça-feira (11) ser interrompida pela invasão de servidores públicos do estado no plenário.

“Só quero que se evitem incidentes. Tentei preservar a integridade das pessoas. Quando quebram portas de vidro e cadeiras, a manifestação deixa de ser pacífica e vira baderna”, comentou o presidente questionado sobre a possibilidade de aumento da força policial na Casa nesta quarta (12), quando deve ser feita uma nova sessão.

Os servidores públicos decidiram “acampar” na AL-BA como forma de garantir que a ocupação que evitou a votação nesta tarde não seja impedida pelo reforço.

Os funcionários protestam contra um pacote de medidas econômicas enviado por Rui Costa (PT) que, entre outras medidas, reajustar a alíquota da previdência estadual de 12% para 14% (saiba mais aqui). Cerca de

As informações são do Bahia.ba.